A geração Z
Para alguns, essa geração é composta por jovens que nasceram em meados dos anos noventa, para outros, a partir do ano 2000, estes ainda não inseridos no mercado de trabalho, mas já escolhendo profissões e carreiras que não existiam há cerca de 10 anos.
Os jovens dessa geração apresentam um perfil mais imediatista e estão sempre em busca de novidades, por isso, permanecer por muito tempo em uma única organização é algo praticamente utópico. Eles conseguem realizar muitas tarefas ao mesmo tempo, mas têm dificuldade com foco e não se aprofundam muito. São mais generalistas e têm perfil empreendedor. As organizações precisarão entender como se relacionar com esses jovens, já que, para eles, ter prazer no trabalho e se identificar com os propósitos da empresa é mais importante do que ganhar dinheiro.
Ficar longas horas no escritório não é gratificante. Ter tempo livre e flexibilidade na rotina é muito importante. Preferem trabalhar em casa e em horários definidos por eles mesmos. Conciliar o trabalho com a vida pessoal é fundamental.
As organizações
As organizações que se mantiverem inflexíveis com horário e carga de trabalho não conseguirão reter os talentos da geração Z. Será necessária uma mudança na forma de trabalho, as organizações precisarão criar ambientes motivadores e muitas vezes remotos, afinal, essa geração está acostumada a interagir e se relacionar virtualmente.
As organizações terão que criar novos modelos de liderança e estratégias de motivação, sempre utilizando a tecnologia.
Cada vez mais se trabalhará por projetos e por demandas. As equipes serão formadas para cada projeto, permitindo que os jovens lancem mão da sua criatividade e inovação, provocando mudanças que, apesar de serem desafiadoras, se mostrarão extremamente benéficas para as empresas.
Aquelas que forem conectadas, globalizadas, ágeis e mantiverem o diálogo aberto serão, com toda certeza, a escolha desses jovens.
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